quarta-feira, 6 de maio de 2009
Era Diego, um menino do primeiro ano. Eles se conheceram há 4 anos atrás, na casa de uma prima de Dani. E desde então, eles são amigos. Há 2 anos, Dani e Diego ficaram presos no elevador da escola por 7 horas, foi quando Dani percebeu que estava completamente apaixonada por Diego. Ele já me disse que gosta dela, mas não tem certeza se deve terminar com a namorada Carla. Eles namoram há 3 anos e alguns meses. Carla é dois anos mais velha que Diego, está o terceiro ano do segundo colegial. É loira, olhos verde-azulados, tem um rosto incrivelmente bonito. Parece a Barbie Malibu.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
_ Sim, é possível. – disse concordando com minha amiga. – De qualquer forma – continuei – Esse foi o pior discurso de motivação já feito. Era para você me ajudar a me sentir menos idiota. Não me fazer pensar que Bruno pode ser um louco assassino, ou um nerd bizarro, ou uma mulher completamente estranha.
_ Desculpe. Mas você tem de concordar, há possibilidades. – disse ela olhando em meus olhos.
_ Claro que há, mas isso não ajuda em nada.
_ Tanto faz, você não é uma completa idiota que se apaixona pela internet. Isso é normal – disse ela colocando minha cabeça em seu ombro.
_ Já aconteceu com você ? – perguntei com olhos de esperança
_ Não, nunca.
_ Ah, ótimo. Você não sabe o quando isso me ajudou – disse em tom irônico.
De repente, Dani olha para cima, me fazendo tirar a cabeça de seu ombro. – O ombro que por muitas vezes segurou minhas lágrimas – Olhei para seus olhos, e os segui em direção a um menino alto, forte, moreno, de cabelos curtos e bagunçados que estava parado a uns sete passos de nós.
_ Desculpe. Mas você tem de concordar, há possibilidades. – disse ela olhando em meus olhos.
_ Claro que há, mas isso não ajuda em nada.
_ Tanto faz, você não é uma completa idiota que se apaixona pela internet. Isso é normal – disse ela colocando minha cabeça em seu ombro.
_ Já aconteceu com você ? – perguntei com olhos de esperança
_ Não, nunca.
_ Ah, ótimo. Você não sabe o quando isso me ajudou – disse em tom irônico.
De repente, Dani olha para cima, me fazendo tirar a cabeça de seu ombro. – O ombro que por muitas vezes segurou minhas lágrimas – Olhei para seus olhos, e os segui em direção a um menino alto, forte, moreno, de cabelos curtos e bagunçados que estava parado a uns sete passos de nós.
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